Sobre manchas brancas, pretas e azuis

R. olhou para ele e viu uma mancha branca ao lado de outra, preta. Essa é a melhor definição possível de alguém impenetrável. Talvez R. opte por misturar as cores e transformá-lo em cinza.

A. olhou para outro ele e viu uma mancha azul. Até tentou olhar mais de perto. Observou os poros que ligam a pele visível à escondida, profunda. Mas A. também encontrou o impenetrável. 

Olhar o impenetrável parece causar um vazio. Mas, no fundo, o que está presente é o próprio impenetrável. Ele está dentro de quem o observa, ainda que seja em estado de interrogação.

Anúncios

Sobre Andréa Maciel

Paulista nordestina naturalizada recifense e entendedora do português lusitano. Estuda Comunicação Social - e adora a comunicação justamente por isso, porque é Social. Acredita em um mundo mais bonito. Acredita em todas as belezas.
Esse post foi publicado em Diário, Divagações e marcado . Guardar link permanente.

3 respostas para Sobre manchas brancas, pretas e azuis

  1. Rafael Sotero disse:

    A. de Andréia. R. de… Romualdo? 😛
    Ou Roderico? =O

  2. Andréa Maciel disse:

    Errou os dois! =DDD

  3. Diego Mello disse:

    Primeira visita, me apaixonei. Muito bonito e interessante!
    Parabéns!
    beijos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s