Capítulo 4: Dia das mães

Pequena homenagem a Dona Ivonete e todas as matriarcas

Texto e contexto

O Imperador que ver Helena de Tróia e Páris. Cabe a Fausto mostrá-los ao Soberano. Ele pergunta a Mefistófeles: como fazer isso? O diabo diz que só um tipo de deidade pode tornar isso possível…

MEFISTÓFELES
É um embaraço falar delas. São
As Mães.

FAUSTO
Mães!

MEFISTÓFELES
Estremeces ao ouvi-lo?

FAUSTO
As Mães! Mães! – que esquisito soa aquilo!

MEFISTÓFELES
Estranho é mesmo. Deusas ignoradas
De vós mortais. Por nós, jamais nomeadas.

(…)

FAUSTO
As Mães! é como um golpe que me abala!
Que palavra é, que em mim tão fundo cala?

Conclusão

Já dizia Goethe: mães são Deusas! São as “guardiãs e mantenedoras de todo o existente”.

Anúncios

Sobre Andréa Maciel

Paulista nordestina naturalizada recifense e entendedora do português lusitano. Estuda Comunicação Social - e adora a comunicação justamente por isso, porque é Social. Acredita em um mundo mais bonito. Acredita em todas as belezas.
Esse post foi publicado em Infausto mundo de Andréa, Livros e marcado , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s