Pessoas caladas, às vezes, têm uma vontade louca de se expressar. Mas esse grito é mais um sussurro. Ninguém precisa ouvir. Quem escutar, seja bem vindo à minha casa.
Foi assim que nasceu o Libertango, em um já longínquo 2007. Hoje, em casa nova, já não preciso que me chamem Ana. Sou Andréa. Gosto de praia, leituras em ônibus, música de elevador e um cafezinho em boa companhia.
Faço jornalismo e não leio jornais. Sou pernambucana mas nasci em São Paulo. Quero alcançar o céu com meus parcos 1m55. E ainda danço conforme a música (já até bailei o fado, sem traumas).
Seja esse, então, meu cartão de visitas – ou ainda minha carta de intenções. Eis aqui qualquer coisa do meu mundo. Sinta-se à vontade.
Andréa

ANDRÉA, DEPOIS DE CARMINA BURANA, ESTAMOS DE VOLTA NOS PRÓXIMOS DIAS 18 E 19 DE MAIO,NA MADRE DE DEUS E DIA 20 EM CARUARU. TUDO CONFORME ABAIXO DESCRITO:
PROJETO ‘MÚSICA DA UFPE’ APRESENTA : REQUIEM – MOZART EM CARUARU
Acontecerão nos dias 18 e 19 de maio de 2009, às 20.00h, na Igreja da Madre de Deus, em Recife, e no dia 20 de maio de 2009, às 20.00h, no Convento Sagrado Coração de Jesus, em Caruaru, três récitas da missa Requiem em ré menor – K.626, de Mozart. Este evento tem a coordenação do Professor Flávio Medeiros e faz parte das atividades artísticas e acadêmicas, planejadas para este primeiro semestre dos cursos de Música e das atividades extensionistas.
O Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco objetiva, assim, não só atender aos seus próprios alunos em suas matrizes curriculares, mas também, levar ao público pernambucano a execução de uma das mais belas obras do grande compositor Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).
Além de serem promovidas pelo Departamento de Música, por seus alunos e por seu regente Flávio Medeiros, estas apresentações contarão com um quarteto solista e mais 160 vozes dos coros Universitário e Contracantos, ambos da UFPE , além de Grupo Camerata, formado por 20 instrumentistas – entre professores, alunos e músicos convidados.
O Requiem é sem dúvida, de todas as obras de Mozart, aquela que mais chegou até nós, envolta num manto de romantismo e fantasia. Em 1791, Mozart recebeu a encomenda do conde Walsegg-Stuppach para escrever uma missa fúnebre. No entanto, em dezembro daquele ano, o compositor faleceu e deixou a obra inacabada. Conta-se que Franz–Xaver Süssmayr, aluno do compositor, ficara encarregado de concluir o trabalho, a pedido da viúva de Mozart, Konstanze Weber. Além de Süssmayr, também foram cogitados os nomes de Joseph Eybler e Albrechtsberger.
Diz-se que a obra estreou em 02 de janeiro de 1793, em Viena, num concerto em benefício de Konstanze e foi interpretada novamente a 14 de dezembro de 1793, durante uma missa para a esposa de Walsegg.
De tudo que se diz acerca do Réquiem, a única certeza que se tem é a de que o seu grande criador , o genial Mozart, na o chegou a ver a sua execução.
Diz-se que Mozart, obsessivo com idéias de morte desde o falecimento de seu pai, Leopold, debilitado pela fadiga e pela enfermidade que lhe atingia, muito sensível ao sobrenatural devido às suas vinculações com a franco-maçonaria e impressionado pelo aspecto misterioso do homem que encomendou a missa, terminou por acreditar que este era um mensageiro do Destino e que o réquiem que iria compor seria para seu próprio funeral.
De qualquer forma, é certo que a obra é uma das, senão, a mais importante deste Gênio.
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Por: Projeto Música da UFPE em Segunda-feira, 11 Maio 2009
às 9:33 pm